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Mostrando postagens de Agosto, 2016

PELO DIREITO À SAÚDE DAS MULHERES ENCARCERADAS!

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A saúde é um direito garantido pela Constituição Federal. No entanto, no sistema prisional do Rio de Janeiro, o desrespeito a esse direito é tão forte que nem mesmo detentas grávidas em trabalho de parto recebem assistência. No dia 30 de agosto será julgada uma ação, movida pela Defensoria Pública do estado, que obriga o Estado do Rio de Janeiro a garantir atendimento médico nos presídios femininos. Saúde é um direito universal. É meu, é seu, é delas e é de todas. Informe-se Defenda esse direito. Assine o manifesto e nos ajude a divulgar essa campanha. A Constituição Federal assegura o direito à saúde a todas e todos. (art. 196) As mulheres presas também têm.
A quantidade de mulheres presas no Brasil cresce vertiginosamente. Nos últimos anos, o encarceramento de mulheres cresceu 570%. Duas em cada três presas são negras. Dentro do sistema prisional, as mulheres negras encontram dificuldades de acesso a seu direito de defesa e demais direitos estabelecidos nas leis. Essa situação aprofunda…

Violência obstétrica e o viés racial

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Emanuelle Goes para Cientistas Feministas As mulheres sofrem violência tanto no parto, quanto na situação de abortamento. Mesmo as que dão “a luz” não estão salvas de serem violentadas institucionalmente. Porque na verdade o grande problema é o SER, mulher negra jovem de periferia, estas categorias sociais/identitárias definem ou ajudam muito na decisão do profissional de como serão tratadas as pessoas que acessam os serviços de saúde. A violência obstétrica caracteriza-se pela apropriação do corpo e processos reprodutivos das mulheres pelos profissionais de saúde, através do tratamento desumanizado, abuso de medicalização e patologização dos processos naturais, causando a perda de autonomia e a capacidade de decidir sobre seus corpos e sexualidade, impactando negativamente na qualidade de vida das mulheres. Essa e a definição dada pelos Estados da Venezuela e da Argentina, onde a Violência Obstétrica é tipificada.  (Defensoria do Estado SP). Segundo oDossiê elaborado pela Rede Parto do P…

Mulheres querem mais e melhores informações sobre a zika, diz pesquisa

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Isabela Vieira - Repórter da Agência Brasil Em meio a uma epidemia de zika no país, doença que provoca má formação fetal e problemas de desenvolvimento em bebês, mulheres e gestantes reclamam da falta de informação no sistema de saúde, público ou privado, e na imprensa. Para elas, que querem também políticas públicas para exterminar o vetor da doença, o mosquito Aedes aegypiti, e apoiá-las no tratamento, a mídia e os profissionais de saúde acabam gerando angústias ao difundir “sofrimento” e em não dar orientações relevantes. As opiniões são de grávidas das classes C e D entrevistadas em São Paulo, Recife e João Pessoa, em abril, reunidas em pesquisa do Instituto Patrícia Galvão – Mídia e Direitos, em parceria com o Data Popular e apoio da ONU Mulheres, divulgada hoje (2), no Rio de Janeiro.
Poucas informações
Presquisa informa que as mulheres conhecem as formas de erradicar o mosquito transmissor da zika e de outras doençasArquivo/Agência Brasil
Segundo a pesquisa, mulheres buscam informaç…